O atual campeão da Libertadores recebeu afagos na chegada a Argentina. E dos dois lados opostos de Buenos Aires. No dia em que completa um ano da conquista de 2019, em Lima, o Flamengo se preparou para encarar o Racing, pelas oitavas de final, com direito a boas-vindas do Boca Juniors e reconhecimento de um torcedor do River Plate.
Tudo bem que Valter Villanueva é brasileiro, flamenguista e não é daqueles mais fanáticos pelos Milionários, mas foi o River o clube que adotou em 11 anos morando na capital argentina. Na porta do hotel da delegação rubro-negra, ele ostentava a camisa vermelha e branca e buscava por autógrafo do carrasco de um ano atrás: Gabigol. No fim, se contentou com Bruno Henrique.
Flamengo e River são duas paixões. Estou dividido, mas o Flamengo vem em primeiro lugar. Vim em 2009 para Argentina e já são dez anos de paixão pelo River. Faltou a assinatura do Gabigol, mas o Bruno Henrique é um baita cara. Temos que passar pelo Racing, que é difícil, e depois tem o Boca.







